Eu quero é botar meu bloco na rua!

Os bastidores de quem faz o Carnaval acontecer!

Acorda, Zelier! Que o Carnaval já está batendo na nossa porta - e nossa equipe já está com o glitter de ir! E com a chegada dele, vem uma das decisões mais importantes de fevereiro: planejar a rota de bloquinhos perfeita ⭐️ É tanta animação que a gente nem pensa no trabalho que colocar um bloco na rua pode dar!

Organizar um bloquinho vai muito além do glitter e do refrão chiclete... Entre autorizações, ensaios, decisões de última hora e muita fé de que tudo vai dar certo, existe um trabalho invisível que sustenta a festa!!! E foi com esse questionamento que nossa equipe conversou com Fernando Magrin/Mama Darling (@mamadarling_drag), do Minhoqueens, e Alberto Pereira (@albertopereirajr), do Domingo Ela Não Vai, sobre os bastidores, os desafios e as delícias de transformar uma ideia em Carnaval ✨🪅 

Imagem: Spotify | Reprodução

O Minhoqueens (@minhoqueens) nasceu 10 anos atrás com uma ideia simples e poderosa: levar a arte Drag para o centro do Carnaval paulistano (literalmente!!!). O nome vem do desejo inicial de desfilar no elevado João Goulart, o famoso Minhocão, transformando um dos símbolos da cidade em passarela de diversidade e ocupação! ✨🏳️‍🌈 À frente do bloco está Fernando Magrin - a Mama Darling - que transformou a reinvenção pessoal em movimento coletivo. Em conversa com o Team Zélia, ele fala sobre os bastidores reais de colocar um bloco na rua, do primeiro desfile aos desafios que ninguém vê.

Imagem: @minhoqueens | Reprodução

Team Zélia: Primeiramente, não temos como falar do bloco sem falar de você e da Mama Darling! Conta pra gente um pouquinho da sua trajetória?

Fernando Magrin/MamaDarling: Falar da minha trajetória é falar de coragem, reinvenção e muito amor pelo carnaval e pela vida. Eu sou o Fernando, mas foi aos 51 anos que a Mama Darling nasceu para ocupar a rua, o palco e os espaços que muitas vezes dizem que não são para gente. Minha história começa fora do mundo artístico. Eu vinha de uma carreira executiva, de um lugar que parecia seguro, mas que já não me representava. Quando a Mama surgiu, ela não veio como fantasia, veio como verdade. A Drag me permitiu existir por inteiro, me expressar, envelhecer com orgulho e transformar vivência em potência. O bloco nasceu exatamente desse desejo, de criar um espaço de afeto, diversidade e pertencimento. O carnaval sempre foi resistência, e o nosso bloco é um ato de alegria política, de amor e de liberdade. Hoje, olhar pra trás e ver tudo que construímos me emociona muito. Porque o bloco não é só festa, é história, é comunidade e é prova de que nunca é tarde pra se reinventar e ocupar o mundo sendo quem a gente é.

TZ: Como nasceu a ideia do Minhoqueens? Em que momento você percebeu que aquilo poderia virar um bloco de rua?

FM: A ideia do Minhoqueens nasceu quase de forma intuitiva, como nascem as coisas que têm verdade. No começo, não existia um plano grandioso, existia vontade. Vontade de brincar o carnaval do nosso jeito, de abrir um espaço no carnaval paulistano para quem quisesse ser uma Drag Queen, nem que fosse por um dia apenas. Colocar a arte Drag no centro da festa, de ocupar a rua com alegria, humor, diversidade e muito brilho. O nome veio da ideia de se montar de Drag Queen e desfilar em cima do elevado João Goulart, popularmente conhecido como Minhocão, daí Minhoqueens. Nunca desfilamos em cima do elevado por uma questão de segurança. 2016 foi o primeiro ano que proibiram desfiles de blocos em cima de pontes. E aquilo que parecia ser uma brincadeira de alguns amigos montados de Drag Queens se tornou um bloco de carnaval gigante. No momento que vimos a quantidade de pessoas chegando no primeiro desfile, percebemos que tínhamos ali um bloco de carnaval pra chamar de nosso!

TZ: A gente sabe que o nome Minhoqueens veio com inspiração no Minhocão. Teve outras opções antes de bater o martelo?

FM: NUNCA! Eu tive a ideia desse nome e já compartilhei com amigos e com meu namorado na época, Will Medeiros, e foi com ele que fundei o bloco. Foi Minhoqueens desde o início.

TZ: Você lembra do primeiro desfile? O que foi mais caótico e o que foi mais emocionante?

FM: Te respondo hoje, dia 6 de fevereiro, data exata da estreia do bloco no carnaval de São Paulo. A emoção foi gigante. Ver a alegria das pessoas, a forma como tudo aconteceu foi linda demais. Tivemos alguns problemas, mas a emoção era tanta que nada abalou nossa alegria e nem a alegria do público. Era a primeira vez que botávamos um bloco na rua, então teve momentos caóticos, mas todos superados com muita alegria, brilho e muita diversidade!

Imagem: @minhoqueens | Reprodução

TZ: Qual é o maior desafio de colocar um bloco na rua? Tem alguma parte menos glamourosa de fundar e manter um bloco que quase ninguém imagina?

FM: O maior desafio hoje, sem dúvida, é encontrar empresas realmente dispostas a se tornarem parceiras do carnaval de rua. Muitas marcas passaram a olhar apenas para blocos ligados a pessoas já famosas ou com grande visibilidade midiática imediata, e acabam deixando de lado os blocos da cidade - justamente aqueles que construíram, sustentaram e fizeram o carnaval crescer ao longo dos anos. Essa falta de apoio tem um impacto direto e muito concreto. Blocos que têm história, público e relevância cultural acabam sendo obrigados a cancelar seus cortejos por falta de recursos. E isso é triste, porque empobrece a cidade e esvazia o sentido mais democrático do carnaval. O Minhoqueens teve a sorte, e também a persistência, de encontrar empresas parceiras que acreditam no projeto para além de alguns dias de folia. Parceiras que caminham com a gente durante o ano inteiro, porque o Minhoqueens não é só carnaval. Somos festa, cultura, diversidade e encontro o ano todo. É essa continuidade que fortalece o bloco e mostra que investir em cultura de rua é investir em cidade, em pessoas e em pertencimento.

TZ: Você sente que o bloco também é um ato político? Existe algum tipo de retorno do público que te emociona ou te faz sentir que tudo vale a pena?

FM: Sim, o bloco é um ato político. Não no sentido partidário, mas no sentido mais essencial da política, ocupar o espaço público sendo quem a gente é. Um bloco liderado por uma drag queen 60+, diverso, intergeracional, que celebra corpos, identidades e histórias que muitas vezes foram empurradas para margem, já é um posicionamento por si só. O retorno do público é o que faz tudo valer a pena, é ver a alegria de todos na rua, é ver pessoas de todas as idades reunidas em completa harmonia, é saber que para muitos jovens, a figura da Mama serve de inspiração. Nessas horas, todo o cansaço, toda a dificuldade e todo o trabalho invisível fazem sentido. Porque o bloco deixa de ser só festa e vira memória, acolhimento e transformação. E isso, para mim, é a maior recompensa.

TZ: Que conselho você daria para quem sonha em colocar um bloco na rua hoje?

FM: Ia brincar e dizer, não coloque (risos). Meu principal conselho é: tenha clareza de propósito. Quando o propósito é verdadeiro, ele sustenta os momentos mais difíceis. E entender que carnaval é coletivo, ninguém faz um bloco sozinho. É saber ouvir, é dividir decisões e, o mais importante, valorizar o trabalho de cada um. Eu faço questão de cumprimentar todos da equipe antes do desfile começar, desejar bom trabalho para todos e, ao final do cortejo, agradecer um a um. E se o bloco nasce com verdade, com respeito à cidade, às pessoas, ele encontra seu público e a resposta vem das ruas. A rua sempre responde.

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✍️ Se você quer viver o Minhoqueens de perto, já anota: em 2026, o bloco comemora 10 anos de Carnaval celebrando a diversidade e a cultura drag no coração de São Paulo. O desfile acontece no sábado de Carnaval, 14 de fevereiro, com concentração a partir das 13h na Av. Ipiranga com a Av. São João, passando pela Rua da Consolação e encerrando perto do Shopping Light. Na trilha sonora da festa, a comemoração ainda conta com Lia Clark e MC Xuxu confirmadas!

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O Domingo Ela Não Vai (@domingoelanaovai) nasceu no meio de uma conversa de bar que acabou virando bloco… Criado por Alberto Pereira e Rodrigoh Bueno, o bloco surgiu com a ideia de resgatar o axé dos anos 90 no Carnaval de rua de São Paulo, questionando discursos e abrindo espaço para todos os corpos ocuparem a festa!!! 🎉👯‍♂️ O que começou como uma brincadeira para poucas centenas de pessoas rapidamente ganhou proporções gigantes, reunindo 45 mil foliões já no primeiro desfile! No papo com o Team Zélia, Alberto conta como o Domingo Ela Não Vai se transformou em um bloco de encontro e diversidade - e o que ninguém imagina sobre colocar um trio elétrico na rua!

Imagem: @albertopereirajr | Reprodução

Team Zélia: Antes de falar do bloco em si, conta mais um pouquinho sobre você. Como a sua trajetória pessoal e criativa se conecta com a criação do bloco?

Alberto Pereira: Eu me chamo Alberto Pereira Júnior, tenho 39 anos, sou paulistano, cresci na Vila Carrão, na Zona Leste de São Paulo, e moro no centro há mais de dez anos, na região de Santa Cecília. Sou jornalista de formação e apaixonado por cultura, música, dança e pela rua, por eventos que reúnem pessoas que a gente conhece e também quem a gente não conhece, provocando esse encontro! Eu sempre gostei muito de Carnaval. Desde pequeno, lembro de gostar de me fantasiar, pular e correr atrás de bloquinhos. Quando eu tinha já uns 20 anos, no final da minha adolescência, os blocos de carnaval de São Paulo no centro começaram a ressurgir. E foi um movimento que eu acompanhei muito de perto! 

TZ: Como surgiu a ideia do Domingo Ela Não Vai? Em que momento você percebeu que aquilo podia deixar de ser só uma ideia entre amigos e virar, de fato, um bloco de rua?

AP: Eu quase sempre viajava no Carnaval. Até que, em novembro de 2015, eu e um amigo - o Rodrigoh, que fundou o bloco comigo - estávamos no bar conversando sobre o Ano Novo. A gente ia viajar para o Rio, falava de detalhes da viagem, e aí surgiu a pergunta: e no Carnaval, para onde a gente vai? Foi quando provoquei: e se a gente montasse um bloco de Carnaval? A conversa começou ali, mas veio a dúvida: um bloco do quê? Eu e o Rodrigoh somos homens gays e crescemos assistindo às coreografias do axé na televisão brasileira, no Domingão do Faustão, no Domingo Legal, etc. E quando saí do bar, cheguei em casa com essa cena muito clara na cabeça, abri o computador e digitei no Google “como montar um bloco de Carnaval”. Caí no edital da prefeitura, organizado pela Secretaria de Cultura na época, com um formulário de inscrição. Era o último dia para inscrever um bloco. Quando li aquilo, liguei para o Rodrigo e falei: se a gente quiser ter um bloco de carnaval, é o momento agora, bora? E a gente fez a inscrição ali, pelo celular, de forma bem tímida. A ideia era reunir alguns amigos, fazer uma brincadeira, não competir com grandes blocos. Coloquei uma estimativa de até 500 pessoas. A gente ia alugar uma caixa de som portátil para poder andar em linha reta no Viaduto do Chá e fazer um flashmob de “Ralação do Tchan” do Teatro Municipal!

TZ: O nome Domingo Ela Não Vai é marcante! Ele surgiu logo de cara ou passou por outras possibilidades antes de ser definido?

AP: A gente sabia que queria viajar nos anos 90, mas ainda precisava de um nome! Surgiram ideias como “Segura o Tchan”, mas não fazia muito sentido segurar no Carnaval, que é justamente sobre liberar. Então chegamos em “Domingo Ela Não Vai”. Em 2015, a gente vivia muitas discussões sobre grupos identitários e lugar de fala, e o axé sempre teve uma relação forte com o duplo sentido e com a exposição do corpo da mulher. Nos anos 90, a mulher estava ali, rebolando, chamando atenção para a dança, mas também muito sexualizada pelas letras. A gente quis provocar essa lógica. Dois homens gays, um deles negro, criando um bloco de axé, usando esse nome para inverter sentidos. A ideia era afirmar que todos os corpos podem ocupar qualquer espaço! Mesmo sabendo que, na prática, isso ainda não acontece de forma plena, a provocação estava ali. No bloco, todo mundo pode ir para qualquer lugar, quando quiser. Essa foi a inspiração do nome.

Imagem: @domingoelanaovai | Reprodução

TZ: Você se lembra do primeiro desfile de vocês? O que foi mais caótico naquele começo? E o que mais te emocionou?

AP: Na época, o Facebook ainda bombava, e eu criei o evento do bloco. Em três dias, ele viralizou - acho que mais de 10 mil pessoas confirmaram. E as coisas foram aumentando! Nesse meio do caminho entre a inscrição e o evento do Facebook, eu convidei a Mel Gonçalves, vocalista da Banda Uó, para ser a musa. A Mel era uma amiga, uma pessoa que já entrevistei muitas vezes como jornalista e achei que tinha tudo a ver trazê-la como musa do nosso Bloco! E acho que a junção dela, do nome e da ideia de um bloco de axé 0 algo que não existia no centro de São Paulo - acabou atraindo muitos olhares. Não tinha um Bloco no centro de São Paulo que fosse exclusivamente de axé - a música baiana que é a música de carnaval! Entendendo a demanda, a gente decidiu que o primeiro desfile ia ter um mini trio elétrico. É quase uma Kombi com um palco em cima ali, cabiam 500 pessoas. 45 mil pessoas apareceram. Foi um dia muito feliz, mas muito tenso, porque nem a prefeitura nem a gente esperava tantas pessoas naquele espaço. E foi apoteótico. Era um mini trio elétrico, com um DJ, eu, o Rodrigo, a Mel e um outro convidado. E uma multidão de gente cantando as músicas com o pulmão a pleno vapor e fazendo o som ecoar. Foi lindo!

TZ: Na prática, qual é o maior desafio de colocar um bloco na rua? Existe algum lado pouco glamouroso de criar e manter um bloco que quase ninguém imagina?

AP: O maior desafio é o dinheiro. Trio elétrico, músicos, artistas, DJ, cordeiros, segurança, ambulância - nada se paga com permuta ou com um tapinha nas costas. Além disso, os blocos de rua de São Paulo acabam competindo com outros blocos, de diferentes cidades e estados, e com grandes artistas. E acho ótimo a gente receber! São Paulo é uma cidade que recebe todo mundo, foi construída por brasileiros do país inteiro. Mas, com o crescimento do Carnaval, surgiram outros interesses: a festa se sofisticou, grandes empresas passaram a querer fazer blocos e participar, e isso divide o patrocínio! No dia a dia, ainda tem o desafio da captação, de pensar em atrativos para as marcas, tem que postar o ano inteiro para ter engajamento. E todas as questões logísticas: reuniões com a prefeitura, alinhamento com outros blocos - já que, às vezes, mais de um se inscreve no mesmo horário e local, e a prefeitura precisa mediar. São tantas coisas que, realmente, quem olha lá em cima do trio elétrico dançando, pulando, feliz com a realização daquilo, não imagina todo o passo a passo e o percalço que é botar um trio elétrico na rua!

TZ: Você sente que o Domingo Ela Não Vai também carrega um posicionamento - seja político, social ou cultural? Que tipo de resposta do público faz você sentir que todo o esforço vale a pena?

AP: Com certeza o bloco carrega um posicionamento político e social! Ele foi criado por dois homens gays, sendo um homem negro, e, por isso, preza pela diversidade. Não toleramos preconceito de raça, sexualidade ou orientação sexual - nenhum tipo de preconceito! É um bloco inclusivo, que busca reunir diferentes tribos. Embora seja um bloco LGBTQIAPN+, recebe muitos homens e mulheres cis, heterossexuais, que cresceram ouvindo axé, gostam de dançar e entendem que não há problema nenhum em dançar e rebolar. O Domingo Ela Não Vai se tornou um espaço de encontro entre pessoas que talvez não se encontrassem no cotidiano. O bloco reúne, de fato, uma multidão de pessoas de diferentes contextos sociais, níveis socioeconômicos, raças e orientações sexuais. É um espaço de convergência, como o Carnaval deve ser. Acredito que o nosso corpo é político. Carnaval é colocar o corpo na rua, criar comunhão com a cidade, com as pessoas que vivem nela e com as diferentes visões sobre esse espaço. Isso, por si só, é política pura.

TZ: Que conselho você daria para quem sonha em colocar um bloco na rua hoje?

AP: Acho que, além de amar o Carnaval, é preciso gostar de música, de gente, de eventos e de festas de rua com multidão! É fundamental se preparar e se organizar, principalmente financeiramente, entendendo de onde vai vir o dinheiro para investir no projeto. Dá para fazer festas antes, vaquinhas, buscar patrocinadores. A organização é essencial para conseguir tirar o sonho do papel. Conheço blocos que começaram passo a passo: formaram um grupo, saíram um ano, foram chegando às pessoas, ficando mais conhecidos, até crescerem. O Carnaval é imprevisível, mas, se você tem amor pela música, pelo Carnaval e vontade de se jogar na ideia, o primeiro passo é chamar os amigos e criar uma festa à qual você gostaria de ir. Quando você se identifica, as outras pessoas também se identificam e somam junto!

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Se você quer viver o Domingo Ela Não Vai de perto, já anota: em 2026, o bloco comemora 10 anos levando o axé pra rua com energia contagiante, refrões que todo mundo canta junto e coreografias que todo mundo sabe. O desfile acontece no domingo, 15 de fevereiro, com concentração a partir das 11h na Av. Ipiranga com a Av. São João. Na festa, a banda do bloco, a musa Rosiane Pinheiro, a DJ Brenda Ramos e os dançarinos comandam a folia - com uma atração especial durante a concentração 👀 

Toc, Toc! Tem alguém ai? 🚪👀 

Hello, Ana! Conta pra gente, quais são as 3 coisas que estão alugado um TRIPLEX na sua cabeça?

Os seus highlights preferidos do mundinho fashion desta semana! No botão abaixo, você confere todas as notícias. 💖💊

Primeiras imagens do filme dos Beatles

HELP! I NEED SOMEBODY 🗣️ Pois estamos desmaiadas com a divulgação das primeiras imagens do filme dos Beatles! O casting composto por Paul Mescal, Barry Keoghan, Joseph Quinn e Harris Dickinson estão ganhando os corações tal qual os meninos de Liverpool décadas atrás! 🎸 O filme tem data de estreia para abril de 2028 e nós já estamos contando os segundos!

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Pieter Mulier na Versace

OMG! 🤤 Mais um capítulo na nossa série preferida da dança das cadeiras no mundinho da moda! Dessa vez a novidade é que Pieter Mulier é o novo diretor criativo da Versace! 🤌 O estilista belga deixou a Alaïa recentemente e assume o cargo na Versace oficialmente no dia 1º de julho. Estamos mega ansiosas pra acompanhar o que vem por aí! 👀 

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Tá precisando de ajuda com um look/ocasião?#Meajudazelia ✨

É só mandar um e-mail para [email protected] com seu nome, idade, data e hora (se aplicável) e a ocasião que você precisa de um look que a gente te ajuda com o resto!

Até semana que vem! 💚

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