Nosso resumão da Semana de Moda de Milão 2026!

Os principais destaques para o outono/inverno italiano 🇮🇹

Che confusione, sarà perché ti amo 🇮🇹✨ O mês da moda não para, e dessa vez nosso jatinho particular pousou em terras italianas. Diretamente de Milão, acompanhamos uma temporada de outono/inverno 2026 daquelas ICÔNICAS - com debuts que a gente contou os dias para ver acontecendo 👀 Por isso, já prepara a sua taça de vinho e vem saber tudo que rolou na MFW! 

Imagem: Pinterest | Reprodução

TERÇA-FEIRA (24/02)

DIESEL

Na Diesel, o diretor criativo Glenn Martens transformou o famoso “walk of shame” em conceito de passarela. Inspirado pela ideia de sair de uma noite intensa direto para a rua na manhã seguinte, o estilista explorou um guarda-roupa propositalmente bagunçado, sexy e cheio de atitude - como se as peças tivessem sido vestidas às pressas depois de uma festa inesquecível. Entre denim desconstruído, looks desalinhados e muita sensualidade urbana, a coleção celebrou aquele brilho confiante de quem teve uma ótima noite e simplesmente assume isso 💅 

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

QUARTA-FEIRA (25/02)

FENDI

Na Fendi, a tão aguardada estreia de Maria Grazia Chiuri como diretora criativa marcou um novo momento para a maison italiana. Guiada pelo mantra “Less I, More Us”, a coleção destacou ideias de colaboração e pluralidade. Para o outono/inverno 2026, Maria Grazia revisita a própria história na maison, com a orientação das cinco irmãs Fendi durante sua passagem, e, em uma ode às mentoras e à própria carreira, repagina os signos clássicos da casa!

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

Mas entre os momentos desse debut que causaram um SURTO na nossa redação, estão as 20 versões diferentes da clássica bolsa baguette, que roubaram a cena com muitos bordados, aplicações metálicas, camurça e animal print!

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Alô, Stays 👋 Bangchan, do Stray Kids, foi uma das celebs que marcou presença no desfile da Fendi!

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ETRO

Na Etro, o diretor criativo Marco De Vincenzo apresentou uma coleção que oscila entre rigor e explosão criativa. A proposta navega entre silhuetas mais estruturadas e momentos de total liberdade estética, revelando o lado mais boêmio da marca. Cores vibrantes, estampas intensas e um certo espírito maximalista - quase caótico - dominaram a passarela!

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

MAISON MARGIELA

Na linha MM6 Maison Margiela, a proposta para o outono/inverno 2026 é investigar os arquétipos do guarda-roupa cotidiano - aquelas peças que usamos todos os dias! No melhor estilo de Martin Margiela, a ideia foi transformar o normal em algo inesperado: barras de casacos dobradas e presas para evitar respingos de bicicleta, saias lápis que na verdade eram aventais sem costas sobre camisetas longas e camisas com costuras que revelavam vestígios de modelagens antigas!

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

QUINTA-FEIRA (26/02)

BOSS

Na passarela da Hugo Boss, o diretor criativo Marco Falcioni revisitou os arquivos da marca para atualizar o espírito glamouroso da alfaiataria dos anos 80! Inspirado pelos antigos catálogos da maison, o designer trouxe de volta silhuetas marcantes e combinações cheias de personalidade. Entre ternos de três botões com corte noventista, power suits de ombros amplos e peças com referências esportivas e equestres, a coleção misturou nostalgia e contemporaneidade!

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E falando em “boss”… A prima do Brasil, Maisa, marcou presença VIP no desfile da marca! 🇧🇷 

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PRADA

Na Prada, Miuccia Prada e Raf Simons decidiram questionar uma antiga lógica da moda: a ideia de que estilistas determinam exatamente o que devemos vestir a cada temporada! 😮 Em vez disso, a dupla propôs algo muito mais próximo da vida real: as escolhas que fazemos todos os dias diante do armário. Com apenas 15 modelos na passarela, cada uma apresentando quatro looks sobrepostos, o desfile revelou diferentes formas de combinar as mesmas peças. Entre camadas, sobreposições e styling criativo, a coleção celebrou a liberdade de experimentar!

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ROBERTO CAVALLI

Na Roberto Cavalli, o diretor criativo Fausto Puglisi imaginou um encontro improvável entre duas figuras icônicas: o coreógrafo e dançarino Alvin Ailey e a excêntrica herdeira italiana Luisa Casati. O resultado foi uma coleção que mistura a sensualidade - bem italiana - da estética Cavalli com uma dose do “sexy” americano. Entre glamour, sensualidade e referências culturais inesperadas, Puglisi criou um desfile que equilibra fantasia e atitude, mantendo viva a energia maximalista que sempre definiu a marca ⭐️

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

SEXTA-FEIRA (27/02)

GUCCI

A estreia de Demna na passarela da Gucci marcou um novo e ambicioso capítulo para a maison italiana! Apresentado no monumental Palazzo delle Scintille, o desfile transformou o espaço em uma espécie de museu dedicado à própria marca. Inspirado pelo peso cultural da Gucci dentro da tradição artística italiana - ao lado de mestres como Michelangelo, Sandro Botticelli e Donatello - Demna construiu um cenário com estátuas romanas reproduzidas para colocar a marca novamente no centro da conversa cultural. Um começo grandioso e cheio de simbolismo que nos deixou ansiosas para a nova era da Gucci 👀 

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Na beleza, a aposta da Gucci é no tão aguardado retorno dos anos 90 👀 Lábios vermelhos com efeito vinil, pele com acabamento acetinado e um bom esfumado preto dominaram a passarela!

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E ainda na pegada 90’s: o surto da semana no mundinho da moda foi o encerramento do desfile, com ninguém menos que Kate Moss! O look escolhido foi um vestido preto brilhante com um detalhe inusitado - e icônico: a clássica calcinha fio-dental com a logo da maison, de Tom Ford!

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MOSCHINO

Na Moschino, o diretor criativo Adrian Appiolaza transformou a passarela em uma verdadeira carta de amor às suas origens 🇦🇷💖 Nascido na Argentina, o designer trouxe para a coleção referências que atravessam o imaginário do país: a icônica Eva Perón, a paixão nacional pelo futebol e até Mafalda apareceram como inspiração nesse mix cultural!!! O resultado foi um desfile cheio de personalidade, humor e identidade - exatamente no espírito irreverente que define a Moschino!

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SÁBADO (28/02)

FERRARI

Na passarela da Ferrari, o diretor criativo Rocco Iannone apresentou uma coleção guiada por três ideias-chave: pele, velocidade e sensualidade 🏎️✨ O estilista explorou o corpo como linguagem e o toque como forma de emoção! A abertura trouxe looks de couro claro, entre ternos e casacos estruturados, muitas vezes revelando discretamente o icônico vermelho da casa no forro. Entre denim com acabamento quase enferrujado e casacos oversized de couro texturizado, a coleção caminhou entre força e sensualidade. O final ficou por conta de vestidos bordados com cristais, garantindo um encerramento dramático e luxuoso para a passarela!!!

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

FERRAGAMO

Na Ferragamo, o designer Maximilian Davis apresentou uma das coleções mais sofisticadas de sua trajetória à frente da casa italiana! Retomando a atmosfera de “speakeasy” (bares clandestinos durante a época da Lei Seca) da temporada passada, o estilista mergulhou em novas referências visuais, incluindo a paleta do pintor precisionista americano Charles Demuth. A esse universo artístico, Davis somou elementos do guarda-roupa marítimo, criando uma coleção que equilibra rigor e imaginação 🌊 Entre alfaiataria elegante e silhuetas refinadas, o resultado foi um desfile cheio de textura, cor e sofisticação!

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DOLCE&GABANNA

Celebrando 40 anos de história, Domenico Dolce e Stefano Gabbana decidiram olhar para trás - e reafirmar a identidade que transformou a Dolce & Gabbana em um dos nomes mais icônicos da moda italiana 🌟 O desfile começou com um vídeo em preto e branco exaltando a força da identidade da marca, antes de trazer para a passarela referências diretas aos primeiros anos da dupla. Na passarela, silhuetas marcantes, muito tailoring e aquela sensualidade italiana que definiu a marca desde o início!

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BOTTEGA VENETA

Na sua segunda coleção à frente da Bottega Veneta, a designer britânica Louise Trotter trouxe para a passarela uma leitura muito pessoal de Milão - cidade onde vive há cerca de um ano! Apresentado no histórico Palazzo San Fedele, entre o lendário Teatro alla Scala e o Duomo di Milano, o desfile explorou os contrastes da capital italiana da moda: exterior rígido, interior sensível. A coleção começou com alfaiataria em uma paleta sóbria, que aos poucos se transformava em vestidos de texturas inesperadas e cores vibrantes. Um jogo elegante entre estrutura e emoção que deixou claro o olhar refinado de Trotter para a nova fase da marca.

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

DOMINGO (01/02)

GIORGIO ARMANI

A estreia de Silvana Armani no comando criativo da Giorgio Armani marcou um novo capítulo para a maison italiana! Logo nos primeiros looks, a designer apresentou ternos de flanela cinza em cashmere, de silhueta ampla e elegante, acompanhados por broches em formato de leão e caranguejo - uma referência sutil aos signos de Silvana e de seu tio, Giorgio Armani! Entre alfaiataria precisa, flanelas escuras, calças claras e cintos em tons de vermelho queimado, a coleção explorou com confiança os códigos clássicos da casa. Um começo sóbrio, elegante e cheio de significado para essa nova fase da Armani 💖 

Imagens: Vogue Runway | Reprodução

TRENDS QUE DOMINARAM A MFW 👀

- Golas altas e em destaque!

- Cabelos e penteados mais naturais

- Maquiagem 90’s glam

- Looks all black

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